
Só pro amigo constatar o poder de fogo no futebol basta verificar o ponto de inflexão desse Majestoso decisivo vencido pelo São Paulo.
O jogo mudou de cenário no meio de semana, quando o Tricolor goleou seu adversário da vez e o Corinthians apenas empatou com o Guarani por 1 a 1, passando na cobrança de pênaltis para a semifinal do Paulistinha. Isso, trocou Itaquera pelo Morumbi, que lotado de entusiásticos torcedores tricolores, impulsionou desde o início o São Paulo sobre o campo inimigo, ao longo de todo o primeiro tempo.
Claro, não foi só isso que determinou a predominância tricolor.
Acrescente-se ainda o fato dde o São Paulo estar melhor estruturado em campo, graças ao trabalho mais longo de Rogério à frente do atual campeão paulista, somado à juventude de seu time, composto por cinco crias de Cotia, dois deles de extremos talentos – Maia e Nestor.
Já o Timão, com um time mais veterano, e sem Fagner, machucado logo aos 8 minutos de partida, repetiu o mesmo equívoco de jogos recentes sob o comando de Vítor Pereira, recém-chegado a Itaquera,: a escalação de Giuliano pelas extremidades do campo, que decididamente não é sua praia. Isso sobrecarregou Renato Augusto no trabalho de armação da equipe, novamente bem marcado por Nestor.
Resultado: o São Paulo tomou conta da bola e dos espaços, embora não conseguisse criar chances claras de gol. Vale dizer que a primeira finalização à meta de Cássio deu-se aos 41 minutos de bola rolando. E que finalização essa de Wellington! – no ângulo direito, de prima.
No segundo período, a entrada de Mosquito no lugar de Paulinho, com a respectiva passagem de Giuliano para o meio, ao lado de Renato Augusto, o Timão passou a equilibrar as ações. Mas, não teve tempo pra chegar lá.
Quem chegou foi o São Paulo, num contragolpe bem tramado, de pé em pé, ampliou aos 18 minutos com Alisson: 2 a 0.
E, não fosse a falha bizarra de Jandrei, que, ao tentar um drible desnecessário sobre Jo, perdeu a bola para o artilheiro que reduziu o placar em 2 a 1. O mesmo Jo, que um minuto antes, quase marcara num giro na área, bola que passou raspando o poste de Jandrei.
Bem, assim, o Tricolor vai para a disputa do título diante do Palmeiras com o moral nas nuvens
Vejamos.
Helena bom dia, eu que sempre contesto a titularidade de Igor Gomes, ontem ele fez uma partida primorosa, autor intelectual do segundo gol do Tricolor com uma assistência pro Calleri cruzar e Allison fazer o segundo gol, a cada jogo Nestor mostra ser um jogador altamente técnico, recebeu um recuo do Maia e de primeira deixou Wellington na cara do gol pra inaugurar o Placar no majestoso, jogador inteligente de técnica refinada sempre com apenas um toque de primeira na bola