
Foram dez minutos avassaladores do Verdão sobre o Tricolor: aos 7, Wesley disparou no poste de Volpi, e, aos 10, Rony colheu cabeçada mortífera em cruzamento de Marcos Rocha: 1 a 0.
Pronto!, como costumam pontear suas falas os amigos lusos. Foi o que bastou para o Palmeiras voltar no tempo e no espaço, fechando-se numa retranca feroz até o apito final.
No tempo, porque o Palmeiras de Abel, nos últimos jogos e no início deste, dava sinais de que, finalmente, sairia daquele ramerrão incompatível com a excelência de seu elenco, limitando-se a buscar o resultado e jogando fora a possibilidade de acrescentar a ele o espetáculo que a torcida merece. E, no espaço, porque mal atravessou o meio de campo, ao longo dos oitenta e tantos minutos subsequentes.
Já o São Paulo, com 60 por cento de posse de bola, não soube levá-la à meta de Weverton, a não ser por três vezes, em que o goleirão fez duas oportunas defesas – falta cobrada por Nestor e finalização no rebote de Calleri -, além daquele petardo no travessão de Marquinhos, que entrou no segundo tempo e deu ao ataque tricolor aquela ginga que, se Eder tentar, desaparafusa o umbigo.
Patrick voltou ainda fora de ritmo e Nestor outra vez foi o grande destaque, marcando, armando e finalizando.
Ah, sim, e Rafinha? Além de não se aventurar jamais à linha de fundo, limitando-se a ocupar uma zona mais defensiva, acabou sendo expulso pelo segundo amarelo, aos 37 do segundo tempo, quando mais seu time dele precisava.
Mas, no fundo, no fundo, tanto Palmeiras quanto São Paulo saem de campo com modesta celebração: o Verdão, porque ganhou, mantendo sua invencibilidade e a liderança do campeonato; o São Paulo… bem, o São Paulo jogou melhor do que o adversário, mesmo na derrota, que diabos!
Prezado Alberto Helena, exato e o seguinte é mais este: O Verdão continua economizando a pólvora. Nos primeiros 20 minutos necessitei de um cinto de segurança e um capacete, pois o ataque do Palmeiras parecia a coluna de tanques russa avançando para Kiev. Ao passar do jogo o placar ficou já com aquele gol solitário definido e o Abel Ferreira iniciou a trocação de peças de xadrez. Parece medroso, mas acho inteligente. Por isso o Palmeiras iniciou o ano de novo engolindo tudo o que se move. São três clássicos pela frente contra adversários que se encontram na corda bamba. Todos três capengando, tanto na tabela (Santos pelo menos e o Coringa também), como no conteúdo. O Abel Ferreira mostrou mais uma vez o DNA de raposa dele e continua economizando as energias para a final, para a Copa Brasil e para a Libertadores. Quem sabe o astuto está já pensando no próximo Mundial de Clubes, onde o Palmeiras está virando participante assíduo.
Abraços e Avanti Galera, Memil
E digo mais, Albertão, assisti ao jogo. Concordo contigo que o Glorioso (no passado) não dormiu em campo. Entretanto, o Palmeiras estava preparado para jogar e deixar o adversário jogar também. O ataque do São Paulo me lembra mais esses cangaços modernos que chegam ao banco atirando como loucos, mas quando a polícia chega disparam para todos os lados, como baratas tontas. Concordo que o São Paulo está se esforçando e o Ceni está tentando mostrar resultados. Entretanto, não vi time para fazer face ao gigante Verde. O resultado foi justo, não ganhou o time que correu como louco o tempo todo, porém o time mais astucioso e que está olhando por cima do horizonte.
Helena bom dia, inacreditável o Rogério acreditar que Igor Gomes produz algo de bom com seu futebol, é um jogador que não se completa, ficou em campo durante 64 minutos sem apresentar nada, em seu lugar entrou Marquinhos para mostrar ao Rogério que tem mais futebol pra ser titular, quem sabe na próxima partida cai sua ficha
Prezado Helena, na minha modesta opinião, o técnico em exercício deveria fazer o simples: Luan e Pablo como volantes, Nestor como meia vindo de trás e Luciano e Calleri no ataque. Por quê essa insistência surrealista em Igor Gomes, parece um problema psico-metafísico: querer que uma floresta amazônica se crie espontaneamente na Lua; dá um tempo, Ceni.
Helena, o Palmeiras atirou três bolas na meta tricolor durante todo o jogo, duas entraram e uma na trave, enquanto Volpi aceita, Weverton fecha o gol, sabe porque Volpi toma gols, não sabe se colocar debaixo do gol, está sempre fora da trajetória da bola, eta goleiro ruim
É MUITO DIFICIL GANHAR DO PALMEIRAS, NÃO TOMA GOL. O SÃO PAULO VINHA EMBALADO, TORCIDA EMPOLGADA, MURUMBI LOTADO, MAS ABEL TEM UMA ESTRATEGIA DE JOGO MORTAL, EM VEZ DO SÃO PAULO VIR PRA CIMA O PALMEIRAS FOI ARRASADOR E MARCOU O GOL, AI CAI NO JOGO QUE ABEL GOSTA, TODA HORA ERA CONTRA ATAQUE E MANO A MANO SÓ NÃO MARCOU MAIS GOL POR FALTA DE QUALIDADE. COLETIVAMENTE O PALMEIRAS É QUASE PERFEITO SEGUINDO O ESTILO DE JOGO DE SEU COMANDANTE. VITORIA MERECIDA E MUITO MAIS QUE TRÊS PONTOS E LIDERANÇA ESSA VITORIA.
Cesar, ganhar do SPFC do Rogério é mamão com açúcar
Helena, o Rogério se acha no direito de criticar pra desviar o foco do futebol que não engana mais ninguém, tempos atrás reclamou da piscina, ontem do médico, ele acha que o torcedor é trouxa, precisa comer um saco de sal pra atingir a maioridade como treinador de futebol
Braz, você tem razão, o Rogério Ceni tem o problema de achar que pode resolver todos os problemas do clube, do roupeiro, ao encanador, à aquisição de jogadores, do médico, do cozinheiro. Ora, isto não existe em lugar algum do mundo, que um treinador se mete a explicar os problemas da humanidade. Acho que se ele se concentrasse no trabalho de preparar a equipe ele até que poderia obter mais resultados. Acho que ele não é nem um grande treinador e nem um treinador de peladas. No momento dá para o gasto. Quando o São Paulo tiver um time mais competitivo vão procurar com certeza um treinador de mais quilate, para o momento basta o Ceni. Como o Romário dizia de Pelé, se pode dizer do Rogério Ceni: calado ele pode ser um poeta.
Os absurdos do Rogério Ceni no Brasileirão passado: colocou um zagueiro de lateral direito para marcar um ponta veloz do Flamengo, resultado, tomou um chocolate; colocou Gabriel Sara de lateral direito para marcar o veloz Ferreira do Grêmio, resultado, novo chocolate, colocou Marquinhos de lateral direito para marcar o ponta esquerda do time adversário, em razão disso deixou de ganhar 9 pontos que teria dado a classificação para a Libertadores, ele é o Professor Pardal do século 21