Palmeiras vence e põe um pé na final da Libertadores

Foto: Juan Ignacio Roncoroni/AFP

Ninguém acreditava em uma vitória do Palmeiras. Nem São Genaro. No céu e na terra todos caíram do cavalo (ou seria do Porco?). A equipe esmeraldina venceu por 3 a 0, se manteve invicta na competição e colocou uma “chuteira” na final  da Libertadores 2020. Os gols foram de Roni, Luís Adriano e Vina (de cabeça). Uma partida impecável do Alviverde, para não dizer histórica.

O técnico Abel Ferreira conseguiu. No primeiro tempo, fez o treinador oponente cair na dele. Ou seja, deu a bola para boa equipe argentina, no entanto, fechou os espaços para as penetrações do adversário. Armou uma linha de cinco na zaga, reforçou o meio campo com mais quatro jogadores e apostou na famosa “uma bola”.

O jogo bonito de triangulações e toques do River foi ladeira abaixo quando Gabriel Menino resolveu se soltar. O goleiro Armani defendeu com os pés e, no rebote, Roni pegou forte. A bola, caprichosa, desviou em um defensor e o Verdão abriu o placar,  1 a 0. O River sentiu o golpe.

Pena que o VAR anulou um belo gol de Gustavo Scarpa. Um lance antes, Luís Adriano estava impedido. O goleiro Wewerton fez uma grande defesa, em um chute cara a cara, e teve pouco trabalho. O time portenho parou na defesa alviverde, atentissima na marcação. Nacho Fernandes, de falta, ainda beliscou o travessão.

Mal começou a etapa final, Gustavo Scarpa lançou Luís Adriano. O atacante ganhou de Rjas na velocidade e mandou com categoria para o fundo das redes, 2 a 0. Na resposta,  Carrascal testou forte para fora. Hermano entraram em desespero. Passes de bola errados e muito nervosismo.

O tal de Carrascal perdeu a paciência e deu “no meio” de Gabriel Menino. Cartão vermelho na hora. Minutos depois, cruzamento da direita de Gustavo  Scarpa e Vina subiu de cabeça para fazer, 3 a 0. Abel, por sua vez, mudou cinco vezes e segurou o surpreendente resultado em terras portenhas.

E tenho dito!