O senso comum tem atribuído a responsabilidade pela construção dos esportistas à escola por longos anos, quiçá séculos. Em direção distinta, o célebre parecer de Rui Barbosa, em que propugnava pelo desenvolvimento de atividades corporais na escola como mecanismo de fixação dessas práticas após o final do processo formativo, incluindo o ensino superior.
Hoje, ao acessar o documento oficial do Ministério do Esporte observamos que, infelizmente, a maior parte da população brasileira ainda se encontra no nível de sedentarismo.
As questões de envolvimento com as práticas do esporte também não alcançam o mínimo desejável.
Qual a função da escola nesta questão, o sedentarismo? Continuar oferendo o esporte com o modelo institucionalizado? Oferecer apenas as quatro opções excludentes?
